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Camionista de São Teotónio atropelou GNR
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Albufeira

Condutor que atropelou militares da GNR acusou álcool

por JOSÉ MANUEL OLIVEIRAHoje

Condutor que atropelou militares da GNR acusou álcool

Dois guardas ficaram feridos ao serem colhidos por um camião na Via do Infante, quando prestavam assistência a uma automobilista. O camionista diz que rebentou um pneu mas acusou 1,20 g/l no teste de álcool

Um condutor de um camião, que acusou num primeiro teste mais de 1.20 gramas por litro de álcool no sangue, segundo soube o DN, provocou, ontem, cerca das 15.30 horas, um aparatoso acidente junto ao Nó de Albufeira (quilómetro 49) da A22/Via do Infante, em consequência de um despiste, tendo abalroado uma viatura da GNR com os pirilampos ligados, a qual embateu em dois militares que se encontravam numa berma a ajudar uma senhora, cujo veículo estava avariado.

O camionista, que apenas foi identificado pelas autoridades, aparenta entre 40 e 50 anos, reside em São Teotónio, no concelho de Odemira, e dedica-se ao transporte de lenha, mas o veículo estava vazio na altura do acidente. O motorista justifica-se com o rebentamento de um pneu.

Os militares da GNR feridos, que se encontram há cerca de dois anos e meio destacados no posto de Trânsito de Gomes de Aires (Ourique) são António Manuel da Silva Cavaleiro, de 33 anos, casado e residente em Coimbra, e Bruno Filipe Guedes Lopes, de 29 anos, solteiro, com uma filha e morador em Aveiro. Ao que foi possível apurar, o primeiro, que está na GNR desde 1996, sofreu um corte num sobrolho e outro na zona do gémeo de um dos joelhos. Por existir "suspeita de fractura, foi submetido a exames mais específicos, nomeadamente TAC, a fim de se confirmar" o seu estado, disse ao DN fonte do Hospital do Barlavento Algarvio, em Portimão, para onde os feridos foram transportados.

Já Bruno Lopes, que entrou em 2001 para a GNR, foi vítima de fractura num pulso e na bacia. À hora do fecho desta edição, preparava-se para ser submetido a uma intervenção cirúrgica devido a um "traumatismo abdominal", de acordo com informação hospitalar. No mesmo acidente ficou ferida, embora sem gravidade, uma mulher de 31 anos, a quem os dois elementos da GNR estavam a dar assistência na sequência da avaria do carro que ela conduzia na Via do Infante, perto do Nó de Albufeira (sentido Faro/Portimão).

Os dois militares, que nunca tinham tido qualquer problema, sendo considerados "excelentes profissionais e com grande espírito de camaradagem" pelo seus colegas, efectuavam patrulhamento na Auto-Estrada do Sul A2 no sentido Norte/Sul, pelo que para regressarem ao posto de Gomes de Aires tiveram de entrar na A22/Via do Infante, a fim de inverter a marcha em direcção ao Alentejo. Foi nessa altura que, junto ao Nó da Guia, depararam com a condutora de um Opel Corsa branco em dificuldades devido a uma avaria. Também este carro acabou por ficar danificado.

Enquanto estiverem de baixa médica, os dois patrulheiros da GNR, que recebem 600 euros de salário-base, vão perder, cada um, os subsídios de escala e de patrulha, nos valores de 125,74 euros e 59,13 euros mensais, respectivamente. Alem disso, não ganharão o subsídio de refeição fixado em 86,31 euros. "Não há qualquer apoio do Estado nesta situação. Ficam sem trabalhar e perdem", lamentou ao DN o presidente da direcção da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG), José Alho.

"Estes subsídios também são uma vergonha no novo estatuto remuneratório. É que em vez de se premiar os patrulheiros, premeia-se outras vertentes da Guarda que já ganham muito mais do que os patrulheiros. É escandaloso", frisou José Alho, que desconhece o número de militares da GNR feridos em acidentes e vítimas de agressões desde início de 2009.



Posted: 2009-08-26 07:16:00

DN



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Actualizado em ( Quarta, 26 Agosto 2009 09:44 )
 

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