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Setúbal 2009 – 2013 Motor do Desenvolvimento de Portugal ou estagnação
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Setúbal 2009 – 2013 Motor do Desenvolvimento de Portugal ou estagnação
Por Eduardo Cabrita

Setúbal 2009 – 2013 Motor do Desenvolvimento de Portugal ou estagnação<br> Por Eduardo Cabrita<br>A localização, na margem sul, do Aeroporto Internacional de Lisboa; a Terceira Travessia do Tejo, contemplando novas ligações rodoviárias e ferroviárias a Setúbal, Barreiro e Seixal; a localização, no Poceirão, da maior plataforma logística a nível nacional; a consolidação de Sines como maior porto nacional e o desbloqueamento de um conjunto significativo de investimentos privados nas áreas do turismo, da petroquímica e da produção de papel, lançaram as bases para que, nos próximos quatro anos, Setúbal seja um espaço de inovação tecnológica, de qualidade de vida e de emprego qualificado.

Em Setúbal são evidentes as opções em jogo nas eleições de 27 de Setembro. Nunca em quatro anos foram tomadas tantas decisões estruturantes que alteram claramente o quadro de competitividade do distrito de Setúbal consolidando-o como plataforma atlântica da região mais desenvolvida de Portugal.

A localização, na margem sul, do Aeroporto Internacional de Lisboa; a Terceira Travessia do Tejo, contemplando novas ligações rodoviárias e ferroviárias a Setúbal, Barreiro e Seixal; a localização, no Poceirão, da maior plataforma logística a nível nacional; a consolidação de Sines como maior porto nacional e o desbloqueamento de um conjunto significativo de investimentos privados nas áreas do turismo, da petroquímica e da produção de papel, lançaram as bases para que, nos próximos quatro anos, Setúbal seja um espaço de inovação tecnológica, de qualidade de vida e de emprego qualificado.

O que está em causa, em 27 de Setembro, é a rápida concretização de todos os projectos já decididos e a realizar com um novo Governo do Partido Socialista ou a sua paralisação, prometida pelo PSD, com a consequente estagnação da região, suburbanização da Península de Setúbal, desertificação no Litoral Alentejano e ausência de oportunidades de emprego.

Litoral Alentejano – A região do País em mais rápida transformação

O Litoral Alentejano é talvez a nível nacional o melhor exemplo territorial para distinguir o PS do PSD e de como os votos na esquerda imobilista ou radical são presentes envenenados que só favorecem a direita. Em 2005 o Litoral Alentejano estava em profundo declínio demográfico, o desemprego alastrava, o porto de Sines vivia momentos de incerteza e os projectos na área de turismo encontravam-se sem esperança de ultrapassar cordilheiras de dificuldades burocráticas.

Em 4 anos, a região é aquela que tem mais projectos de interesse nacional (PIN) em execução, estão em concretização significativos investimentos públicos e serão criados milhares de empregos nos próximos anos.

O Porto de Sines está em expansão e movimenta já 43% da carga de todos os portos portugueses e há muito que deixou de ser chamado de “elefante branco”. A linha de velocidade alta para mercadorias, também apta a servir passageiros, de ligação entre Sines, Poceirão, Évora e Elvas é a peça que falta para a competitividade do complexo portuário no mercado ibérico.

A plataforma industrial está em renovação e crescimento com os investimentos da GALP, Repsol e Artenius. Os projectos turísticos são um exemplo singular de desenvolvimento em sintonia com a salvaguarda de qualidade ambiental que irão tornar o espaço entre Tróia e Porto Covo uma zona de excelência.

Velhos sonhos como a auto-estrada Sines-Beja ou a ligação entre Grândola e Évora estão já em concretização.

Os municípios da região, através da nova Comunidade Intermunicipal, são hoje responsáveis pela gestão de mais de 30 milhões de euros de projectos apoiados por fundos europeus com base no Plano de Desenvolvimento Territorial.

Os próximos anos serão decisivos para tornar o Litoral Alentejano uma das regiões mais desenvolvidas de Portugal, criando milhares de postos de trabalho, atraindo quadros qualificados e reforçando a coesão do espaço regional entre Alcácer do Sal e Odemira. O pretenso voto de protesto é um mito que nada resolve e só pode pôr em causa todos estes projectos.

Península de Setúbal - A nova Centralidade da Área Metropolitana

A Península de Setúbal será, nos próximos anos, a área em maior transformação da Área Metropolitana de Lisboa. Com um novo Governo PS a região terá, de facto, duas margens, sendo o Arco Ribeirinho Sul o destinatário de projectos que vão transformar a Margem Sul no motor da modernização de toda a área metropolitana.

Votar PSD é parar indefinidamente o aeroporto em Alcochete/Montijo, é suspender a Terceira Travessia do Tejo, é tornar inútil a plataforma logística do Poceirão. É indispensável ligar a cidade de Setúbal a Lisboa e ao novo aeroporto, por ferrovia, em menos de 30 minutos, afirmando o papel da cidade de Setúbal como eixo entre a Península e o novo Litoral Alentejano.

O projecto de reconversão das zonas industriais do Arco Ribeirinho Sul é o maior projecto de reabilitação urbana jamais lançado em Portugal.

É decisivo construir a nova travessia até 2013, fazer o Hospital do Seixal, consolidar as unidades industriais de referência como a Autoeuropa e a Portucel. Mas é também fundamental a promoção de pólos tecnológicos e de criatividade em torno do Politécnico de Setúbal, da Faculdade de Ciências e Tecnologia em Almada ou do centro de manutenção da alta velocidade no Barreiro.

Nunca a escolha foi tão clara como noutras eleições entre a paralisia e abandono da região pelo PSD e a criação de emprego, a competitividade da Península de Setúbal com um Governo PS. Tudo o resto, votar no PCP ou no Bloco de Esquerda, são mitos perdidos no tempo ou ilusões retóricas ao serviço da direita.

Eduardo Cabrita



Posted: 2009-09-14 14:31:00



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Actualizado em ( Segunda, 14 Setembro 2009 19:38 )
 

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