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BE campanha só com 1200€
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autárquicas

Campanhas com orçamento mais apertado

03 | 10 | 2009   16.04H

Em ano de três eleições, os candidatos autárquicos queixam-se de ter menos dinheiro para as campanhas eleitorais, fruto da crise económica que obriga os apoiantes a cortarem de forma drástica nos financiamentos.

Destak/Lusa |

Em Alenquer, nem a forte disputa entre PS e a coligação “Pela Nossa Terra” (PSD/CDS-PP/PPM/MPT) faz com que haja mais investimento nas campanhas, apesar de o concelho ir eleger um novo presidente de câmara, com a saída do socialista Álvaro Pedro.

Tudo está em aberto, depois de em 2005 a coligação ter ficado a dois mil votos do PS, retirando-lhe a maioria absoluta.

Nuno Coelho, candidato da coligação, disse à Lusa que nesta campanha não há investimento privado, o mesmo se passa no PS e o candidato Jorge Riso apontou uma justificação: “é muito difícil termos donativos devido à crise”.

O mesmo se passa no Bombarral, onde o afastamento do presidente Luís Camilo Duarte pelo PSD, pelo receio de o partido perder a câmara, fortaleceu o combate político entre as candidaturas de José Manuel Vieira (PSD) e Jorge Gabriel Martins (PS).

“Temos um orçamento em que não há despesismo”, afirmou o socialista, que adiantou que houve menos investimento nos meios de propaganda política.

Nos concelhos da região Oeste, a maioria das candidaturas aposta em acções de campanha, como arruadas ou sessões de esclarecimento, que privilegiam o contacto com o eleitorado e não obrigam a grandes investimentos.

Em Beja, a Força Autárquica Independente, sendo um o movimento de cidadãos, sem subvenção estatal nem donativos privados, dispõe de 14 mil euros para gastar nesta campanha e saídos na íntegra "do bolso" da cabeça de lista.

"A campanha é totalmente financiada por mim", disse à agência Lusa Dulce Amaral, que, juntamente com outros elementos da lista do FAI e sem carros de campanha, megafones ou hinos, vai passar a campanha a contactar directamente o eleitorado.

"Vamos andar nas ruas, no típico porta-a-porta, a falar com as pessoas, a dar a conhecer o nosso símbolo e a distribuir o resumo do programa eleitoral", através de panfletos "caseiros", que foram feitos e impressos nos computadores e nas impressoras dos próprios elementos da lista, explicou Dulce Amaral.

Já Alberto Matos, do Bloco Esquerda, candidato a Odemira, diz que só prevê gastar "1200 euros" na campanha.

Com "parcos recursos" e sem nenhum outdoor afixado naquele concelho do litoral alentejano, Alberto Matos vai fazer uma campanha "ao estilo do Bloco", ou seja, "contactar directamente as pessoas para distribuir o manifesto da candidatura".

Francisco Santos, da CDU, que se recandidata a Beja para um segundo mandato, prevê gastar 90 mil euros nesta campanha, dos quais três mil euros provêm de actividades de angariação de fundos.

São "pequenas ajudas" de militantes e simpatizantes da CDU que foram a almoços ou jantares convívio e "pagaram a refeição", explicou à Lusa o cabeça de lista da CDU Francisco Santos.

"Quem vai paga a refeição. Até eu pago", frisou Francisco Santos, explicando que a sua campanha vai privilegiar "o contacto directo com as pessoas", através de acções porta-a-porta para distribuir panfletos e brochuras.

António Sebastião, candidato do PSD a Almodôvar, "de olho" num terceiro mandato, afirma que não tem donativos ou fundos angariados, dispõe de quase 48 mil euros para gastar nesta campanha e provenientes só da contribuição do PSD.

"Não nos podemos queixar", frisou à Lusa António Sebastião, referindo que vai fazer uma campanha "sem grandes gastos".

Além de outdoors para sinalizar a candidatura, António Sebastião vai apostar nos contactos pessoais com os eleitores, sobretudo através do porta a porta.

"Atendendo à situação do país, o eleitorado não compreenderia muito bem e não veria com bons olhos que os partidos gastassem muito dinheiro nas campanhas", disse.

http://www.esquerdanova.net/upload/documents/image/kapa2.JPG

 

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Actualizado em ( Sábado, 03 Outubro 2009 17:23 )
 

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