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Ciclo de debates para «construir um plano de desenvolvimento económico»
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Odemira - Ciclo de debates para «construir um plano de desenvolvimento económico»

Até Maio de 2013, a Câmara Municipal de Odemira promove mesas-redondas em freguesias do concelho alentejano para «construir um plano de desenvolvimento económico». Oportunidades em territórios de baixa densidade, o aproveitamento dos recursos e a valorização dos produtos locais são alguns dos caminhos identificados.

Sara Pelicano | sábado, 19 de Janeiro de 2013

«O emprego em territórios de baixa densidade, que oportunidades?» é o tema da próxima mesa-redonda, a 25 de Janeiro, promovida pelo município alentejano de Odemira. O encontro, que terá lugar na aldeia de Luzianes-Gare, insere-se num ciclo de debatesdedicados ao desenvolvimento local.

«Com o ciclo de debates pretende-se construir um plano de desenvolvimento económico do concelho de Odemira», explica o vice-presidente da câmara municipal, Hélder Guerreiro. A iniciativa decorre desde 2012 em quatro freguesias: Luzianes-Gare, Sabóia, Santa a Clara a Velha e Pereiras-Gare, «aquelas que têm uma muito baixa densidade. São as zonas do concelho que maior purga demográfica tiveram nos últimos 40 anos», acrescenta.

O encontro de Janeiro começa pelas 14h00 e vai contar com a participação, entre outros, de Margarida Marques, do Centro de Emprego e Formação Profissional do Alentejo Litoral, Telma Guerreiro, presidente da direcção da TAIPA - Organização Cooperativa para o Desenvolvimento Integrado do Concelho de Odemira e António Ferreira, responsável pela Aldeia de Pedralva, turismo de aldeia activo no concelho de Vila do Bispo.

A mesa-redonda pretende olhar para o território e delinear oportunidades de emprego. Hélder Guerreiro identifica desde já algumas áreas como «a floresta, o turismo, desportos náuticos na barragem de Santa Clara a Velha».

«Pretende-se que haja um plano de fundo, uma visão do território onde as questões do emprego e do empreendedorismo são absolutamente determinantes», sublinha o autarca.

Ao Café Portugal, Hélder Guerreiro comenta que viver nestes territórios de baixa densidade não pode ser visto como «um drama porque o que importa é a qualidade de vida». Nesta perspectiva, as populações têm de continuar a ter acesso a sectores como saúde, escolas, melhor mobilidade, entre outros.

«Tenho a certeza que temos de discutir novos modelos de proximidade do Estado a estes territórios de muito baixa densidade. Não será por edifícios físicos, mas encontrar modelos de cooperação com quem está no terreno, nomeadamente as juntas de freguesia e associações locais. Encontrar modelos mistos itinerantes, e mesmo on-line, para as pessoas continuarem a ter acesso aos serviços. Importa também encontrar formas de mobilidade, mais justa, mais frequente. E quando falo em mobilidade, não é só estradas, é por exemplo o comboio, mas também plataformas on-line de acesso à informação», pormenoriza o entrevistado.

O município de Odemira vai realizar mais duas mesas-redondas, uma em Março sobre «Os produtos diferenciados e de qualidade do interior, como valorizar» e outra em Maio sobre «Metodologias e práticas de desenvolvimento local em territórios de baixa densidade».

A partir de Maio começará a ser elaborado o documento final, com representantes de cada debate, que definirá uma estratégia global para o desenvolvimento económico do interior do território odemirense. «Vamos colocar o documento numa plataforma on-line para as pessoas poderem dar contributos», avança Hélder Guerreiro.
O documento será apresentado um congresso que decorrerá em Agosto, em Sabóia. 

A iniciativa já debateu temas como «turismo activo e desportivo no interior do concelho de Odemira» e «Barragem de Santa Clara que futuro para o interior?». 

cafeportugal




 

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