Sexta, 31 Maio 2013 10:00    PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sociedade Recreativa Colense - SRC - Desenterrar a porcaria
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Sociedade Recreativa Colense - SRC - Desenterrar a porcaria


Para dizer a verdade nem sei bem como escrever este postal, tantos e tão graves são os factos que quero denunciar e relatar.

A anterior direcção da SRC, que cessou funções recentemente, e que esteve à frente dos destinos da nossa colectividade entre 2009/2011, e de seguida, entre 2011/2013, vai certamente entrar para a história da colectividade como uma das piores, senão a pior direcção de todos os tempos.
Segundo tudo leva a entender, e passados poucos dias da tomada de posse dos novos corpos gerentes, a confusão, desorganização e incompetência encontradas é tanta e de tão variada espécie que qualquer semelhança com um tsunami ou tornado será mera coincidência.
Pode-se dizer que a SRC estava a chegar ás ultimas, ou seja, estava, aliás, está nas "cascas", mas mesmo naquelas casquinhas mais finas que casca de um ovo, e o ovo estava podre. 

Por onde começar? Talvez pelo mais grave, contabilidade: 

Tal como eu tinha referido no anterior postal acerca da Assembleia Geral, a anterior direcção foi questionada acerca das contas, dividas e montante actual que a SRC tinha em caixa, sendo respondido que o dinheiro existente na conta da SRC na Caixa Geral de Depósitos poderia apenas não bater certo porque como é óbvio com contas correntes, dinheiro a entrar e a sair, seria normal não estar rigorosamente exacto a quantia indicada no ultimo balancete.
A respeito dos balancetes, descobriu-se imediatamente que os balancetes, documentos onde todos os meses se explica, de forma mais ou menos resumida, a contabilidade corrente da SRC, desapareceram, ou seja, apenas existe o ultimo balancete referente a Abril de 2013, tendo todos os outros desde 2009 desaparecido sem deixar rasto, a não ser que alguém acredite que foram impressos em papel biodegradável.
Também o computador onde muitos destes balancetes foram feitos levou destino semelhante, desapareceu, não se podendo assim procurar por cópias ou tentar recuperar alguma coisa.
Inclusivamente constatou-se que até o ultimo balancete deixado pela antiga direcção anterior a esta, anterior a 2009, desapareceu também, talvez para “camuflar” os mais de 7,000€ que herdaram da anterior direcção e que foram "torrados" em dois anos. 

Mais se descobriu que, para além de o ultimo balancete estar errado, e por consequência todos os outros antigos até à presente data, situação que já se verificava á bastante tempo, aliás durante todo o ultimo mandato, não se sabendo ao certo quando começaram a ser marteladas as contas, o défice é muito superior ao que foi anunciado, ou seja, a SRC de momento, está nas lonas, começando a nova direcção, literalmente, do zero, ou melhor, abaixo de zero, pois falta contabilizar as eventuais dividas assumidas entretanto e outras mais antigas, que segundo se consta, ascendem a mais de 1500 €, isto se não aparecerem entretanto mais surpresas.
Os registos dos movimentos bancários dos últimos 4 anos, nem vê-los, também desapareceram sem explicação, talvez uma vez mais para “camuflar”, por exemplo, que a conta corrente da SRC esteve a descoberto e abaixo do zero muitas vezes nos últimos quatro anos. 

E o que dizer acerca do Futebol, onde a SRC era dona de uma admirável reputação desportiva conquistada por inúmeras boas épocas a militar essencialmente no Campeonato Distrital da Inatel, com bons resultados desportivos, grandes classificações de série, presenças constantes nas finais e semi finais, sendo tudo desbaratado e lançado ao lixo em dois anos da mais absoluta má gestão e incompetência da anterior direcção.
Como se explica que se gaste cerca de 15,000 €, exactamente, leram bem, 15,000€, em dois anos no futebol, com uma equipa que ganhou apenas um único jogo, arrastando o nome da SRC pela lama e sendo alvo da chacota colectiva por todos os campos onde jogaram?
Só da Câmara Municipal de Odemira (CMO), vieram 5,750 € em prémios de actividade desportiva, repartidos por 3,750 € em 2012 e 2,000 € já em 2013, dinheiro também já completamente "torrado", ora  isto é qualquer coisa de loucos ou então fomos todos gozados.
Basta dividir estes montantes pelo número de jogos realizados para chegar-mos rapidamente à conclusão que a média de euros gastos por jogo é qualquer coisa de astronómica, ainda para mais sem qualquer resultado desportivo digno de registo, sem ganharem nada de nada, eu pessoalmente sinto-me indignado! 

Mas mesmo com tudo isto convém não esquecer que não foi o malfadado futebol o responsável pela péssima gestão dos recursos monetários, pois talvez o dinheiro também fosse biodegradável. Sabe-se também agora, que quando o futebol arrancou, no início do segundo mandato, as contas da sociedade já estavam praticamente a zero, restando cerca de 90 €, dos mais de 7,000 € que herdaram e do que entretanto entrou no decorrer do mandado de dois anos, entre 2009 e 2011. 

Note-se que o evento que mais dinheiro fez entrar na sociedade nos últimos 4 anos, o passeio TT, foi abandonado, sem motivo aparente, para além do mais óbvio, dava trabalho a organizar. 

Noutro aspecto, outro evento que deveria geral bons lucros para a SRC, a Feira de S. João, alguém sabe ou quer explicar o que se passou com a exploração do bar na Feira, nos últimos dois anos?
Terá algum tipo de explicação o facto do bar da SRC na Feira, de entre os 4 principais bares, ter sido o que mais vendeu, sendo o que menos lucros apresentou? Dá que pensar não dá? Muita cerveja se bebeu…… 

Quando eu, em Abril de 2012, pego na cadeira e parto a vitrina, era contra esta porcaria toda que eu me insurgia, era para isto que eu queria chamar a atenção, era para a direcção errada que as coisas vinham a tomar e ninguém queria ver, ou os que viam e queriam mudar alguma coisa não podiam ser ouvidos, eram marginalizados e postos de parte.
Literalmente eu parti a vitrina, a tal onde os balancetes impressos em papel biodegradável eram afixados, os tais que desapareceram sem deixar rasto, mas filosoficamente eu estava simbolicamente a partir uma forma de pensar e agir completamente erradas por parte de uma direcção arrogante, elitista e despesista. 

Pelos meus actos, e segundo o regulamento disciplinar interno, paguei um ano de castigo, mas comparativamente a SRC pagou e está a pagar um preço muito mais elevado pela incompetência generalizada desta gente que por lá passou.
Quero também que fique claro que não estou aqui a levantar insinuações duvidosas, maliciosas ou suspeitosas contra ninguém, nem tão pouco quero atentar contra o bom nome de ninguém, apenas quero denunciar de uma forma mais ampla e simplificada o que já se suspeitava e agora é do domínio público, a direcção cessante foi de facto muito incompetente, despesista e arrogante, e efectuou uma péssima gestão de todos os recursos da SRC enquanto esteve à frente dos destinos da nossa colectividade.
A Sociedade é um clube privado dos sócios, mas com esta direcção já funcionava como se fosse um clube privado dentro de outro clube privado. 

Esperam os sócios, sinceramente eu espero, não devo estar sozinho neste pensamento, que esta nova direcção apure todos os factos e á luz dos estatutos, se marque uma assembleia geral para esclarecer os sócios e se responsabilize quem deve ser responsabilizado, parecendo óbvio que a responsabilidade não é apenas do presidente da direcção cessante.
Exige-se transparência e honestidade! 

Proponho até que se proceda a uma alteração de estatutos onde se preveja a impossibilidade de pessoas licenciadas acima do 9º ano de escolaridade poderem fazer parte de futuras direcções da SRC, talvez assim se acabe com gestões de incompetência e despesismo como esta. 

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SRC - Novos corpos gerentes 2013/2015

Reuniu por fim a assembleia geral da Sociedade Recreativa Colense (SRC) para eleição de novos corpos gerentes.

No passado dia 20 de Maio, pelas 21:00 horas, reuniu finalmente a Assembleia Geral da SRC com o objectivo de eleger novos corpos gerentes e acabar, finalmente, com um dos períodos mais negros, desorganizados e decadentes da história da nossa colectividade.

Depois de aberta a sessão pela Presidente da Mesa da Assembleia Geral, foi dada a palavra aos sócios para que pudessem, querendo, apresentar algumas questões à Direcção cessante.
Foram questionados, entre outras coisas, principalmente sobre a situação financeira da colectividade, sobre a contabilidade actual, eventuais dividas correntes e sobre o real montante em caixa neste final de mandato.
Tudo foi respondido e aparentemente esclarecido, nada levando a suspeitar que alguma irregularidade ou maior desorganização pudessem ter acontecido, embora alguns sócios mais "calejados" nestas matérias já suspeitassem que depois de se começar a "cavar" alguma coisa haveria de aparecer, mas esta será matéria para o próximo postal.

Seguidamente passou-se à apresentação da única lista concorrente aos Corpos Gerentes, e tratando-se de uma lista única, esta foi submetida a votação pelo processo de braço no ar, na forma de sim, aprovação da lista, ou não, não aprovação da lista.
Dado a reduzida participação de sócios votantes na Assembleia Geral, dado o estado de degradação colectiva e descrédito generalizado a que chegou o nome da nossa colectividade, o número total de votantes foi de quinze (15), tendo sido apurados os seguintes resultados:
- SIM = Quinze votos
- Não = Zero votos
Estava eleita a única lista concorrente a estas eleições.

Dois dias depois, a 22 de Maio, teve lugar uma reunião entre os sócios eleitos para votação e distribuição dos eleitos pelos diversos orgãos dos corpos gerentes, ficando assim organizados para os próximos dois anos:

 Corpos Gerentes 2013/2015
Direcção
Presidente: Humberto José André Gonçalves - Sócio Nº 66
Vice-Presidente: Alfredo José Da Silva - Sócio Nº 54
1º Secretário: Vitor José Ramos dos Santos - Sócio Nº 308
2º Secretário: Márcio Alexandre Alves da Silva - Sócio Nº 270
Tesoureiro: Fernando André Alves da Silva - Sócio Nº 227 
Assembleia Geral
Presidente: Catarina de Brito Matos Esteves - Sócio Nº 290
Vice-Presidente: Jessica Gonçalves Guerreiro - Sócio Nº 390
1º Secretário: João de Brito Trinchante - Sócio Nº 313
2º Secretario: Tiago Miguel Mendes Rebocho - Sócio Nº 341
Conselho Fiscal
Presidente: Alexandre de Sousa Fernandes - Sócio Nº 88
1º Secretário: Luis Filipe da Silva Machado - Sócio Nº 230
Relator: Nuno Miguel Fonseca Ferreira - Sócio Nº 112
  
Por fim, e não menos importante, aqui vos deixo os estatutos da SRC, para que todos possam ler, guardar, reler, observar, analisar e finalmente perceberem que a casa é um clube privado, de todos os sócios, e tem um regulamento interno que deve ser consultado, percebido e respeitado.
Regulamento Geral Interno da Sociedade Recreativa Colense



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