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Segredos da costa alentejana: Alentejo à borda d’água
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Segredos da costa alentejana: Alentejo à borda d’água


15.07.2013
Por Andreia Marques Pereira

Diz-se que é um dos últimos refúgios europeus, o litoral alentejano que se desdobra em longos areais e baías rochosas, mar de várias tonalidades de azuis e verdes e ambiente rural. A Fugas percorreu-o da Comporta até perto de Odeceixe para revelar alguns dos (últimos?) segredos que se escondem na sua costa sinuosa. É o segundo passeio da série Fugas em Portugal.

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A tarde já começou a baixar, mas o sol ainda é forte. No Maria de Jesus, Adília Manuela e António Xarila, chapéus de palha na cabeça, parecem imunes: ela sentada, ele em pé, preparam as redes. Estamos no fundo da falésia de Azenha do Mar, no porto de pesca que já viu melhores dias, dizem-nos. Agora pesca-se “pouco” (salmonete, sargo, robalo, linguado, polvos…); agora há 11 barcos, quando já foram “mais de 40”; agora parte do porto faz-se praia, do Calhau porque é feita de seixos lisos e cascalho, que por esta hora recebe alguns jovens da terra. Os forasteiros preferem encher o restaurante, no topo da falésia, onde perto das 17h ainda se espera para almoçar.

Estamos na Costa Vicentina quase a despedir-se do Alentejo – fá-lo-á alguns quilómetros abaixo, em Odeceixe. Daqui até lá a costa são falésias e pequenas baías inacessíveis, povoadas de rochas e de cegonhas. Não é necessário embrenharmo-nos muito para as vermos: do lado esquerdo da praia do Calhau, nos penhascos e rochas à laia de ilhas, nidificam cegonhas. E enquanto as observamos a tranquilidade do final de dia é quebrada com a chegada de um carro: portas abertas e música no máximo.

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Não foi a regra nesta passagem pela costa alentejana nos últimos dias de Junho. Evitámos as grandes aglomerações e a única outra vez que sentimos os decibéis acima do normal foi na praia do Carvalhal – cortesia do bar de praia e talvez sinal de que esta praia a poucos quilómetros a Sul da Zambujeira do Mar já perdeu o estatuto de “quase segredo”. Algo que se repete ao longo da costa: os motivos até são bons, a melhoria dos acessos às praias; as consequências é que podem ser danosas, o fantasma do desvario algarvio. Porém, esse cenário está, por enquanto, afastado em quase todo o território; mesmo nos postais turísticos do litoral alentejano, como Vila Nova de Milfontes, Zambujeira do Mar, Porto Covo, a construção mantém-se mais (nas duas últimas) ou menos (na primeira) controlada. O que não impede, dizem os locais, que em Agosto se transformem em mini-algarves.

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A Fugas desceu da Comporta até Odeceixe tentando descobrir os (últimos?) segredos do litoral alentejano, muito à custa de dicas dos locais – alguns zelosos em manterem segredos que outros revelam. São praias que estão no fim de um “caminho-estreito-depois-do-quarto-pinheiro-a-seguir-ao-monte-abandonado”. Por isso, houve muita tentativa e erro, enquanto seguimos estradas costeiras, percorremos trilhos de terra batida, caminhámos por dunas e pinhais. Fomos picados por mosquitos, arranhámos as pernas, ficámos cobertos de pó e até enlameámos os pés. Atravessámos parte do Parque Nacional do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e desejámos ter um 4X4 – contudo, sobrevivemos e conquistámos imagens de baías rochosas ou longos areais, mar de várias tonalidades de azuis e verdes e uma calma que não garantimos neste mês e no próximo.


Autocaravana e mar

“Em Julho e Agosto já não se encontra um cantinho. Estão sempre cheias.” Quem o diz é Filomena Timóteo a repartir o pequeno areal de uma baía rochosa, onde o mar entra como uma língua esverdeada, com outro guarda-sol. Não sabe o nome da praia (apesar de vir aqui há muitos anos, vive na zona) que é gémea, mais pequena, de outra que está ao lado. Sabe que as duas já foram de nudismo, como muitas das que vão de São Torpes até Porto Covo. “Agora já não há nudistas.”

Estamos entre Sines e Porto Covo e já vimos a costa transformar-se, passando de grandes areais abertos para pequenas e grandes baías encerradas em falésias; as rochas são omnipresentes e também as chaminés brancas e vermelhas da central termoeléctrica de Sines. Nem Pascal e Pascale – assim mesmo, “les Pascaux”, brincam – lhes escapam. Encontramo-los por acaso. Já passámos a praia da Casca Branca (conhecida por Vieirinha) e a da Oliveirinha, unidas por um areal imenso na baixa-mar, povoado de lagoas e alguns recantos rochosos. O casal de Nancy está no final de um carreiro poeirento: apenas a autocaravana com vista para o mar povoado de rochas. Há um areal pequeníssimo, revelam, descendo pela falésia à direita. Um cantinho do paraíso, dizem de sorriso aberto. A única mácula é a silhueta das chaminés de Sines: “Mas olhamos para ali”, diz Pascal, rindo e apontando para Sudoeste, água azul intensa e recortes rochosos indisciplinados.

É para Sul que percorremos a falésia, de carro, para darmos de cara com a Samoqueira, uma das mais emblemáticas praias alentejanas. Já foi segredo, quase deserta. No fundo da longa escadaria com cordas azuis e brancas como corrimão, o areal distribui-se por recantos recortados nas arribas; do alto cai uma queda de água, o mar atravessa rochas e desfaz-se em lagoas de várias cores.

Seguimos a caminho de Porto Covo: a praia do Serro de Água, outra baía rochosa com escada de acesso, tem ao lado uma outra, falésia coberta de vegetação e areal deserto; um promontório anuncia a praia do Salto e depois a baía alarga; a praia Grande justifica o nome e já estamos às portas de Porto Covo, de cujo pitoresco porto, no fundo de uma garganta, partem os barcos para a Ilha do Pessegueiro. A mirá-la, alguns quilómetros à frente, a praia da Ilha, há muito “descoberta”.

O oposto da praia dos Aivados, desvio antes de uma paragem de camionetas. No Café Canaviais confirmam-nos o caminho. Cinco minutos de solavancos e estacionamos. A linha de água é quase aqui, seixos lisos, grandes, separam-nos de uma pequeníssima língua de areia – que desaparece à direita, até passarmos umas arribas amarelo-laranja onde cegonhas fazem ninhos e o areal se agiganta. “Está sempre tranquila”, conta Diogo Gouveia, “nunca há muita gente”. É por isso uma das suas favoritas, quando está na Lagoa de Santo André.

Outra é o Malhão, a nossa paragem seguinte abrigada por contrafortes. Já não é (tão) selvagem, mas não perde a beleza que Fernanda Almeida lhe conheceu há muitos anos, quando a sua filha ainda era pequena e descobria túneis nas rochas. Fernanda mostra este cantinho ao seu companheiro e continua encantada. “Será que ainda tem o comboio para o parque de campismo?


"A costa sequestrada
"

Antes de descermos até à fronteira algarvia, voltamos ao início do nosso percurso: a Comporta e a zona de Melides, cheia de praias irrecusáveis e mais desconhecidas. Deixamos a Comporta entregue à sua fama para em Brejos da Carregueira de Baixo vermos a mudança neste litoral. "É pública mas não é", resume um segurança. Se antes se chegava à praia depois de subir as dunas, agora uma cancela corta o caminho - quem tem cartão de acesso (e casas no condomínio - dos mais assíduos: a família real monegasca), segue de carro, quem não tem caminha alguns quilómetros (20, 25 minutos). Talvez por isso cada vez menos gente se atreva a ir à praia, conta a funcionária de um café da vizinhança. "São 15 quilómetros das praias mais selvagens que encontramos na Europa", justifica o segurança, "esta é a forma de proteger".

Esta espécie de privatização já se previa, dizem-nos Lília Oliveira e Ricardo Campos já na praia do Pinheirinho (38°13'26.56"N / 8°44'44.49"W), esta sim, ainda um santuário. "Havia ‘mordomos' na praia, as pessoas eram transportadas em moto quatro...", recordam. São de Santiago do Cacém e estão habituados a "saltar" entre as várias praias da região. Ontem estiveram na do Rego mas não ficaram: tinham de pagar o parque. Nesta têm apenas de ultrapassar a Herdade do Pinheirinho, onde há muito o Hyatt Golf and Beach Resort espera conclusão, seguindo o caminho de terra até que esta se transforma em areia. A partir daí, só de jipe ou pés ao caminho, íngreme, até às dunas. O areal estende-se a perder de vista, abrigado a Sul por arribas. É sobretudo conhecida por pescadores. "Consegue ver-se o peixe a saltar", diz Lília.

Não vemos peixe a saltar - e, já agora, não chegamos a ver a praia da Raposa: o acesso, depois do Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, é reservado e sujeito a pedido à Direcção-Geral dos Serviços Prisionais - e seguimos para a Galé, seguindo as indicações do casal: não aceder pela entrada do parque de campismo, mas pela urbanização. O caminho atravessa as dunas, com marcas de incêndio, e desce uma escada íngreme para um areal em meia-lua, abrigado em arribas - para lá destas, as areias espraiam-se. "Foi o meu pai que colocou a escada", diz Maria. A praia já esteve nos roteiros nudistas espanhóis, já teve multidões, agora é mais calma e "basta andar uns metros para os lados para ser deserta". Quando Maria, a mãe, começou a vir para aqui, há 25 anos, "era muito maior": a erosão "é brutal" e "o saibro toma conta da areia" - é o único troço da costa que tem arriba fóssil. Mãe e filha querem, portanto, a praia escondida do mundo; sugerem outras.

Acatamos as sugestões para chegar à Aberta Nova, praia Dourada cortada por ribeiro. A tarefa é árdua, pinhal, dunas até ao areal imenso - e bar com vista sobre tudo. Mas a praia da Vigia (N38 74775/W 8 473206), à vista da lagoa de Melides, não fica atrás. Seguimos para o cemitério, passamos uma igreja arruinada e avançamos por caminhos de terra até estacionarmos junto a uma casa. A partir daí o caminho faz-se a pé, por dunas cobertas de vegetação e descida difícil até ao areal que segue, infinito, para Norte. Está deserto.

Já deixámos Vila Nova de Santo André para trás quando chegamos à praia do Porto dos Carretos ou Monte Velho (Vacaria). Manhã cedo e os carros no estacionamento não correspondem à lotação da praia - o areal é tão extenso que parece quase vazia. "As pessoas preferem as praias mais a Sul", declara Dulce Germano, a viver aqui perto. "São mais quentes, estas têm mais iodo." Ela já não vai à praia há 12 anos, culpa de uma alergia, mas fala do tempo em que fazia nudismo na praia das Areias Brancas (N38.06305/W8.818028), quando ainda não era legal. Agora já é. O que continua é a dificuldade de acesso, longo caminho de terra, mas a tranquilidade vale a pena - cruzamo-nos com uma jogger e um ciclista que asseguram: dura todo o ano.


Portos de fado

Retomamos o nosso roteiro para ver o rio Mira a encontrar o Atlântico. Vila Nova de Milfontes, na foz do rio, desemboca em praias fluviais afamadas - as Furnas, do outro lado do rio, até foi umas das eleitas no concurso Sete Maravilhas de Portugal versão praias. Esta é fluvial e marítima, apoiada por restaurante e no mês de Junho um sossego só. "É tudo nosso", diz Pedro Ferreira, que conhece a praia há 25 anos, mas nunca tinha vindo em Junho. Com a mulher e as filhas, vai explorando pedaços da praia todos os anos, descobrindo passagens pelas falésias e paredes de lousa lisas como ardósia.

Uma pequena odisseia espera-nos a partir do "caminho velho" de Longueira. Passamos campos de milho, casa abandonada, entramos em mato e cruzamo-nos com Nuno Marques e Elizabete Martins, que vieram de Lisboa por indicação de um amigo. Brejo Largo (N37.5833/W8.65) é o nome da praia: é difícil encontrar os degraus escavados na rocha e a experiência é vertiginosa - há areal grande, penhascos, uma garganta por onde entra o mar, queda de água. Há silêncio.

Almograve é a praia que se segue mas não é este enorme areal com quatro restaurantes encerrados que nos detém. Procuramos a praia da Foz do Ouriço (N37.657090/W 8.800273) e para tal percorremos o trilho da Rota Vicentina pela falésia, a partir do Almograve. Há um ribeiro que corre para o mar e do outro lado um areal aos pés de arribas - um casal aproveita a sombra e está só.

A indicação está no parque de estacionamento da praia do Almograve e nós seguimo-la até à Lapa das Pombas: dois quilómetros e chegamos ao pequeno porto, onde o almoço está quase na mesa. Aceitamos o convite e sentamo-nos com os pescadores na sua "cantina". Menu do dia: sopa de peixe.

Há cinco barcos para cinco pescadores no porto. "Já tivemos ajudantes, mas agora mal dá para nós", conta José Francisco Guerreiro. As restrições impostas pelas regras do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina tornam mais difícil uma vida que nunca foi fácil e não faltam críticas. Mas também há boas memórias, algumas delas a recobrir as paredes da barraca - fotografias de visitantes, de amigos de todo o mundo. "Às vezes, chegam grandes grupos de bicicleta"; e um dia chegou o projecto "Piano Trip". "Um francês trouxe um piano e fotografou-o lá em cima. Dormiram aqui."

Do fundo das escarpas que abrigam o porto subimos ao Farol do Cabo Sardão - alto o suficiente para, em dias limpos, se ver o Cabo de Sagres. Hoje, o nosso olhar detém-se "na Carrapateira, no máximo", avalia o faroleiro, e não vemos o falcão peregrino que aqui faz nidificação, nem sequer as cegonhas, presença habitual. "Os ingleses vêm de propósito pelas aves."

Graças ao faroleiro, seguimos para a praia da Carraca, na aldeia de Cavaleiro, a mais próxima do cabo. Não é uma praia óbvia: mais depressa nos apontam Almograve como "a" praia. O caminho parte da aldeia e passa por galinhas à solta. Uma família holandesa alojada num monte próximo assiste ao pôr do sol; durante o dia a praia tem sido deles, contam: uma baía com rochas que entram mar adentro como um barco partido.

Quando partimos para a Zambujeira do Mar, uma certeza: ir à praia do Tonel (N 37.681960º/ w 8.772 853º), para muitos a "rainha" da costa. Ouvimos as histórias da corda para a alcançar e t(r)ememos. O vento é forte no topo das falésias que fecham completamente a praia em meia-lua - os carros chegam até aqui, depois de passar campos agrícolas. Perscrutamos as arribas em busca da corda, que afinal começa a mais de metade da encosta: até lá, o carreiro esculpido na arriba não é tão assustador. Conquistado o medo, é um areal defronte de mar verde que se alcança.

Antes da Zambujeira do Mar passamos ainda a Entrada da Barca, porto abrigado por pequeno promontório, e vários miradouros para observação de aves e floras. Na Zambujeira, se a praia principal é sempre concorrida, as que orbitam próximas também não escapam: para Norte, Nossa Senhora e Nossa Senhora Pequena (N37.531282º/ W 8. 786292), esta mais "protegida"; para Sul, Alteirinhos, zona naturista oficial. O grande areal (quando a maré está baixa) tem natureza rochosa que acaba por providenciar "biombos" naturais que permitem um certo recolhimento para quem pratica nudismo, concentrados na parte Sul, sobretudo na pequena enseada que leva o nome de Meia Laranja. À entrada, ao lado de pequena cascata, Luís, na sua tenda árabe, oferece massagens full body e back, neck & head. Já esteve aqui o ano passado e "correu bem, com mais portugueses do que estrangeiros".

Sem estrangeiros estará quase de certeza a praia do Machado (N 37.636817/ W 8.792977), depois do Carvalhal. Com sorte estará deserta. Nós temos companhia de duas banhistas que como nós atravessaram campos e estufas, antes de entrar no túnel de árvores em caminho largo. O destino é mais uma vez uma arriba, a rodear uma praia em meia-lua e descida periclitante; para Norte há vegetação nas escarpas, rochas dividem a baía e o mar é tranquilo.

Quilómetros adiante, uma cópia mais pequena, mas mais difícil de alcançar. Novamente estufas, mas também um malmequer, indicam o caminho. O destino é a praia da Amália. Os carros ficam junto do portão da propriedade, porque a partir daí o percurso é a pé e não é fácil: de pinhal, passamos para túnel de árvores, caniçais, juncais com ribeiro a correr ao lado, no fundo. É quase um trekking, recompensado com uma baía plácida instalada em quarto de lua onde o ribeiro que nos acompanha chega por garganta rochosa.

Foi Amália Rodrigues que mandou construir as escadas que descem o penhasco, conta-nos o caseiro da propriedade, que agora faz a manutenção do carreiro público e da casa (que se aluga). A recordação de Amália ainda vive também na Azenha do Mar, onde António Xarila e a mulher nunca chegaram a aceitar o convite para irem à casa. As lides do mar não lhes deixavam muito tempo. Antes e agora. Indiferentes às praias que os rodeiam, continuam a preparar as redes para amanhã - que é já às 2h30: madrugada incipiente, António Xarila lançará as redes.

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Guia prático

Onde comer

Tia Rosa
Fontainhas do Mar (na estrada Melides-Comporta)
7570-504 Melides (Grândola). Tel.: 269 907 144
Especialidade: pato assado

A Ilha
Praia da Ilha do Pessegueiro
7520-421 Porto Côvo (Sines)
Tel.: 269 959 207; 963 329 898/ 963 320 897
Especialidades: cataplana de tamboril, arroz de marisco, açorda de marisco, cataplana de amêijoa com carne de porco, carne de porco à alentejana, feijoada de chocos, búzios, caldeirada.

Tasca do Celso
Rua dos Aviadores, 39
7645-225  Vila Nova de Milfontes (Odemira). Tel.:  283996753
www.tascadocelso.com
Especialidades: bife à la plancha, cabrito assado, açorda de camarão, peixe fresco, amêijoas à tasca, linguiça com ovos mexidos.

O Josué
Rua José António Gonçalves, 87. Longueira. 7630-084 Odemira
Tel.: 283 647 119; 936 520 048
Especialidade: marisco.

Barca Traquitanas
Entrada da Barca. 7630 Zambujeira do Mar
Tel.: 283 961 186
Especialidades: caldeirada à pescador, choco à Barca, filetes de peixe pampo, migas com carne de porco, pica-pau do lombo frito em azeite, marisco.

Restaurante da Azenha do Mar
7630 - 564 S. Teotónio (Odemira)
Tel.: 282 947 297
www.facebook.com/pages/Restaurante-A-Azenha-do-Mar/263213220990

 
Onde dormir

Quinta do Moinho Velho
Melides. 7570-650 Grândola
Tel.:269 907 323
www.moinho-velho.com
GPS: N 38 08 767/ W 8 44.908

Três Marias
Ribeira da Azenha, Apt. 111
7645-909 Vila Nova de Milfontes
Tel.: 965 666 231
GPS: 37°47'34.60"N / 8°45'21.12"W

Monte das Alpenduradas
7630-732 Zambujeira do Mar
Tel.: 283 961 617
www.alpenduradas.com
GPS: 37º31'41''N 8º45'39''E


A fazer

Museu do Arroz
Herdade da Comporta. Tel.: 265 499 950
www.herdadedacomporta.pt/pt/turismo/museu-do-arroz
Horário: De terça-feira a domingo das 10h às 13h e das 14h30 às 19h30.
Numa antiga fábrica de descasque de arroz, espaço para conhecer a orizicultura e perceber a importância deste cereal na região.

Reserva Natural das Lagoas de Santo André e Sancha
(GPS 38°06'46.99 N/Longitude: 8°47'49.34 W)
Da Lagoa de Melides, entrando por território da Reserva Natural das Lagoas de Santo André e Sancha, bem junto à costa, descobrimos um mundo rico de botânica e ornitologia.

Castelo de Sines
Rua do Muro da Praia . 7520-151 Sines
Tel.: 269 632 237
Horário: De terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h30 às 18h (horário de Verão). Entrada livre
Além da fortaleza com vista para as praias e porto, encontra-se o núcleo sede do Museu de Sines e a Casa de Vasco da Gama, que se acredita ter nascido aqui.

Ilha do Pessegueiro
Construções romanas e fortim quinhentista são vestígios de uma ocupação que durou desde o século III a.C. até à queda do Império Romano e voltou nos finais do século XVI com o projecto de construção de um porto artificial que nunca foi concluído.

Miróbriga
Chãos Salgados (Santiago do Cacém)
Tel.: 269 818460
Horário: De terça a sábado das 9h às 12h30, das 14h às 17h30; domingo: das 9h às 12h, das 14h às 17h30.
Preço: 3€ (gratuito aos domingos e feriados até às 14h)
(GPS N 37º 59' 17.57'' ,W 8º 41' 15.17'')
Um dos testemunhos mais relevantes da ocupação romana do actual Sudoeste português. Dois quilómetros de ruas pavimentadas, que nos levam por ruínas de um hipódromo, termas, o fórum, uma ponte e edifícios residenciais. 

http://fugas.publico.pt/FugasEmPortugal/322704_segredos-da-costa-alentejana-alentejo-a-borda-d-agua?pagina=-1

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