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Framboesas de Odemira conquistam a Europa
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00h00 - segunda-feira, 11/08/2014

Framboesas de Odemira conquistam a Europa

Com pouco mais de dois anos de actividade comercial, a empresa Odeberry já envia as framboesas que produz perto da localidade do Cavaleiro (Odemira) para toda a Europa.
“A nossa produção vai, sobretudo, para exportação. Enviamos muito para os mercados nórdicos, assim como para Itália, França ou Rússia. No mercado nacional não trabalhamos muito, também porque é um produto caro e na gastronomia portuguesa não há muito este hábito de comer framboesas”, conta ao “CA” Hélder Pacheco Viana, produtor de framboesas e sócio-gerente da Odeberry.
Casos como o desta empresa multiplicam-se um pouco por todo o concelho de Odemira, onde o sector hortofrutícola tem cada vez mais peso na economia local. 
“A horticultura do perímetro de rega do Mira deve valer uns 100 milhões de euros! E representa perto de 5.000 postos de trabalho no total, já incluindo as épocas de pico”, conta Paul Dolleman, presidente da Associação dos Horticultores do Sudoeste Alentejano (AHSA).
No caso da Odeberry, a empresa tem cinco sócios e surgiu há cerca de dois anos. Com 15 trabalhadores permanentes, que aumentam para cerca de 65 na altura das colheitas, produz apenas framboesas numa área de quatro hectares, que são colhidas em dois momentos: no Inverno e no Verão. Este ano, a produção chegará às 26 toneladas que, depois de uma rápida colheita, são encaminhadas para uma câmara de frio instalada no local.
“Esta cultura exige que depois de a fruta ser colhida vá rapidamente para o frio, para manter a qualidade. No máximo, fica aqui um dia e meio ou dois”, explica Hélder Pacheco Viana.
Reconhecendo que a evolução do projecto tem sido positiva, o jovem agricultor realça que as condições climatéricas e do solo do Litoral Alentejano “são muito boas para a produção”, onde a aragem que sopra do mar “faz toda a diferença e é raro haver geadas”. 
“Este é o clima ideal e é uma cultura onde ainda há muito em que apostar! Neste momento temos de começar a dar mais atenção a alguns aspectos, como as organizações de produtores. Porque estão a aparecer muitos novos produtores ‘soltos’ e temos de nos organizar entre nós”, propõe.
Convicto que “quem divaga muito dificilmente se especializa numa coisa”, Hélder Pacheco Viana defende que a aposta da sua empresa deverá ser planeada gradualmente e, para já, continuar a “fazer framboesas como deve ser” e se possível com “produção contínua o ano todo”. 
Depois de alcançado esse objectivo, o agricultor admite “pensar em entrar em novas áreas e culturas, como o mirtilo ou o morango”.
 
correioalentejo


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